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Brasil: Veja como surgiu a We Love Focinhos

Brasil: Veja como surgiu a We Love Focinhos

Junio 2, 2017

Autor/Fuente: Economia-iG 👤Periodista: María Alejandra Lopez 🕔02.Jun 2017

 

Estresse, descontentamento e vontade de trabalhar com os animais. Basicamente desta forma se deu o stopim para Daniela Silva abrir o seu próprio negócio e dar adeus à carreira da área administrativa de 15 anos e abrir o e-commerce We Love Focinhos .

“Eu estava trabalhando há mais de 10 anos na mesma empresa, estava sem possibilidade de crescimento ou de novos desafios e sempre resolvendo os mesmos problemas, ano após ano. Isso tudo me deixou além de muito desmotivada, muito estressada, fazendo com que eu não tivesse mais vontade de ir trabalhar. Na verdade, acredito que já estava aflorando minha vontade empreendedora, e infelizmente, as empresas de hoje ainda são engessadas, acabam perdendo talentos por não motivarem ou abraçarem ideias e sugestões”, relata a empreendedora Daniela idealizadora do e-commerce .

Desde criança Daniela teve muito afeto pelos animais, a infância humilde no estado do Rio Grande do Sul da empresária sempre foi rodeada por gatos e cachorros pela casa. “Se dependesse de mim, eu recolheria todos os animais da rua, mas meu pai não deixava na época”, relembra. Ao voltar a memória ao passado, a empresária conta que durante a sua infância os produtos voltados para os pets eram todos muito simples, uma realidade completamente diferente do que é hoje.

Empresa

Com isso, a insatisfação profissional e a vontade de fazer que realmente gosta fizeram com que a empreendedora iniciasse os quatro meses de pesquisa para dar o pontapé inicial ao seu negócio . Nesta etapa, a empresária avalia que por ter muita afinidade com o tema o processo foi bastante interessante, que a fez envolver naturalmente.

O tempo de estudo sobre o mercado para decidir qual seria o formato ideal mostrou a Daniela que na teoria tudo funciona, mas que na prática as coisas não são muito bem assim, o que exige do profissional constantes adaptações e flexibilidades diante das necessidades do mercado.

Diferentemente de muitos que se arriscam no mundo dos negócios, Daniela entrou sozinha no projeto da We Love Focinhos. “Foi e é um grande desafio, pois eu trabalhava em uma área completamente diferente, passei os últimos 10 anos gerenciando uma empresa na área da educação e da saúde”.

Após a decisão do plano de negócios, registro do domínio/marca e a decisão sobre a melhor forma de gerenciar o projeto – tanto sob os aspectos de busca de fornecedores, venda e regularização, Daniela continuou caminhando sozinha para realizar o seu sonho que começava a se solidificar. Bastava o site, que foi uma construção tranquila. Daniela conta que utilizou uma plataforma já pronta, o que facilitou nos custos e no tempo dedicado.

Engana-se quem pensa que após abrir a We Love Focinhos, a empresária continuou sem pesquisar. Diversos cursos e palestras sobre empreendedorismo entraram na sua agenda. Como há uma certa ausência de eventos para o mercado pet, em específico no ramo empresarial, Daniela lê muito sobre o assunto para suprir essa ausência, e está em busca de cursos na área de e-commerce, visto que seu negócio é 100% online.

Dificuldades

De acordo com Daniela, a primeira grande dificuldade encontrada foi a mudança de área, além do investimento sozinha, sem ninguém para dividir as responsabilidades e agregar conhecimentos. A busca por fornecedores ao mesmo tempo em que fazia os ajustes no seu plano de negócios acarretaram grandes dificuldades.

Leia também: Filho de imigrantes parou no Brasil por acaso e hoje comanda três empresas

“De forma geral, empreender não é fácil como muitos pensam, são vários detalhes que surgem tornando o processo um pouco mais difícil”, comenta ao enfatizar também que no e-commerce há muitos segredos e desafios que devem ser superados para que tudo funcione bem.

Como a We Love Focinhos foi fundada há cerca de um ano, a crise econômica, desde o começo, é uma realidade para o negócio, o que fez com que a empreendedora já cortasse produtos e subsídios em função disso.

Outra grande dificuldade encontrada por Daniela é a falta de capital para investir no próprio negócio nos ramos de marketing e dos próprios produtos. A sua formação em administração, ela ressalta que foi muito importante, visto que a ajudou a fazer o corte de um gasto extra, não sendo necessário terceirizar a parte administrativa.

Daniela confessa que até mesmo já chegou a pensar em desistir do seu negócio, “seria mentira se eu dissesse que não houve declínio financeiro, afinal você deixa uma carreira estruturada para mergulhar de cabeça em algo novo”. Para superar essas crises pontuais, a empresária revela que o quê te dá forças é lembrar de tudo o que já construiu até o momento e do apoio da família, que mesmo com receio no início, a apoiou na transição.

Dicas

Se você está pensando em seguir os passos de Daniela e abrir o próprio negócio, a empresária alerta que, após por em prática o projeto, aquele mito de que o empreendedor é aquela pessoa que trabalha apenas quando quer, não faz parte da realidade.

“Toda aquela ideia de que você terá mais tempo e liberdade cai por terra, porque você trabalha sem limite de horários, inclusive nos fins de semana. Férias? Somente quando a empresa engrenar, o que torna tudo mais difícil do que parece”, relata.

Por outro lado, também há a vantagem de atualmente se sentir menos estressada com a vida profissional. As dificuldades, ela conta que continuam existindo, afinal elas estão presentes em todos os trabalhos, mas que trabalhar com o que gosta a ajuda muito.

Se mesmo assim o seu sonho é ter o próprio negócio, Daniela aconselha que se estude muito o mercado, não é viável sequer pensar em investir no escuro neste momento. Procurar o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para fazer um plano de negócios pode ser muito útil também para quem não sabe fazer um, ela aconselha.

Além disso, Daniela não deixa de ressaltar que a busca por um público é muito importante. No caso da empresária ela mirou um nicho intermediário, uma vez que notou no mercado pet dois extremos, ou produtos extremamente luxuosos – para consumidores muito seletos – ou produtos bem básicos, de uso diário.

Quando questionada sobre o futuro, a empresária se mostra muito otimista e diz que ainda tem muito chão pela frente, e especula que daqui a cinco anos pode ser que a e-commerce, We Love Focinhos, esteja bem diferente do que é hoje. Daniela pensa em até mesmo vender para o atacado e num futuro próximo aumentar sua linha de produtos personalizáveis e próprios da marca. E você, o que pensa em fazer nos próximos anos?

Fonte: Economia – iG 

 

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